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"E aí, Mestre?"

Não é todo mundo que pode receber ou ser reconhecido pela palavra mestre. Esse termo, mesmo com o passar do tempo, ainda carrega em si o respeito, a tonalidade e a exigência da grandeza. Mestre, para além de um título obtido, o que também demanda esforço e dedicação, é também a síntese de um carinho. Conheci Rammon Capistrano na graduação, estudando biologia na imponente e generosa Unidade Acadêmica de Serra Tallahada da UFRPE. Entre as difíceis idas e vindas para a universidade, que naquele buscava se afirmar em nossa região, entre os corredores da UAST passei a chama-lo de mestre. E aí, mestre? Era assim que me dirigia ao professor, gente do bem, esforçado por excelência e mais um fruto da formação superior, do ensino e da ciência, coisas que mais do que nunca precisamos divulgar, conhecer e experimentar em nosso país. O mestre era gente do bem. Um estudante dedicado, não surpreendeu que se tonaria mais um professor (mestre, como chamavam antigamente) reproduzindo e levando conhecime...

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