Dor de cabeça
Branco de
Alma preta
Mas quem leva
O baculejo
Quem eleva
O tom
Na hora do
Martírio
O prato sujo
Do almoço
Perigo
Perfeito
Na linha de
Tiro
E reparação aos
Domingos
Na TV sem
Nada nos
Bolsos
Meritocracia
Divide o método
Só não paga a
Conta
Abastece o metrô
De almas
Mortas
Muletas
Virgens em
Boletins e boletos
Insensíveis
Quem me dera
Esse final sem
Janelas
Meu cachorro
Ouvindo Jobim
E pressa. . .
“Estalar um ovo”
Foi essa melhor definição de vida
Que ouvi nesses últimos
Quatro dias
Três noites em claro
Chuva maligna
Gente morando na rua
Boticário
Injustiças
Dor de cabeça
Infeliz. . .



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